Seremos substituídos pela Inteligência Artificial?

Helena Toniolo | Crédito Freepik
Helena Toniolo | Crédito Freepik

Com a tecnologia avançando a passos largos, uma dúvida surge: será que as inteligências artificiais vão ocupar nossos lugares? A resposta a essa questão pode não ser tão assustadora quanto parece. Na verdade, é hora de reformular essa pergunta: as inteligências artificiais conseguirão melhorar nosso trabalho? E a essa pergunta eu acredito que a resposta seja sim. 

Ferramentas como ChatGPT e ManyChat, por exemplo, chegaram para transformar nossa forma de trabalhar, aumentando nossa produtividade e otimizando processos.

O volume de informações geradas pela população é imensa. Uma estimativa aponta que o volume de novas informações digitais criadas deve alcançar a marca de 175 zettabytes (unidade de informação ou memória) até 2025, de acordo com a International Data Corporation (IDC).

Para acompanhar essa velocidade, precisamos de ajuda para processar essa enxurrada de dados e adaptar da melhor forma em nosso trabalho. E ferramentas de IA (Inteligência Artificial) cumprem bem esse papel, automatizando tarefas repetitivas, acelerando a coleta de dados e, principalmente, abrindo mais espaço para você.

Imagine um atendimento ao cliente que responde automaticamente a perguntas frequentes, economizando tempo e focando o atendimento humano nos casos mais complexos. Esse é o propósito dos bots (robôs), como o ManyChat, que automatiza a interação com os usuários nas redes sociais, respondendo a dúvidas comuns, guiando vendas e coletando feedbacks. Tudo isso 24 horas por dia. 

Em vez de nos questionarmos se seremos substituídos, precisamos entender que a tecnologia é um aliado excelente. Por mais que a automação elimine a burocracia nada substitui o toque humano. Nossa capacidade de criar, planejar e gerar estratégias personalizadas ainda é essencial e insubstituível.

Por exemplo, pense no ChatGPT. Ele pode gerar ideias para campanhas, criar textos para redes sociais ou até responder perguntas frequentes. No entanto, é a visão estratégica de nós, seres humanos, que molda essas respostas para garantir que reflitam a identidade da marca e atinjam o público-alvo. A IA fornece a base, mas somos nós quem a transformamos em algo que gere conexões reais com o público.

Bots de atendimento

O ManyChat é um exemplo de como os bots ajudam a agilizar o atendimento e elevar a experiência do cliente. Imagine que um seguidor comenta em uma postagem de uma loja no Instagram. O bot pode responder automaticamente com um link direto para compra ou informações adicionais. Sem IA, a equipe precisaria monitorar todos os comentários e responder um por um, o que pode ser uma tarefa inviável em contas que tiverem um número alto de seguidores.

ChatGPT

Para o marketing de conteúdo, o ChatGPT se tornou uma ótima alternativa. A ferramenta ajuda na criação de rascunhos, de ideias e até revisão de textos. Por exemplo, quem nunca escreveu um texto importante e ficou na dúvida se está dentro das regras de português. O chat é uma excelente solução para essas horas. Além disso, é capaz de sugerir títulos atraentes e ajudar na pesquisa de conteúdo.

Ferramentas de e-mail e CRM

Muitos CRMs hoje já contam com automações de IA que simplificam o relacionamento com o cliente. Por exemplo, se um lead não responder, o sistema pode enviar automaticamente um follow-up (acompanhamento) em alguns dias, poupando tempo e aumentando as chances de fechamento de negócio.

Quando aplicamos alguma IA nos nossos processos, não estamos apenas ganhando tempo, mas também melhorando a qualidade do nosso serviço. 

A tecnologia não vai substituir o trabalho de quem sabe usar ela a seu favor. A inteligência emocional e a criatividade continuam sendo nosso maior diferencial.

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